24 dezembro 2007

Feliz Natal a todos....

São 23:00 h do dia 24 de Dezembro. Falta 1 hora para a tão tradicional meia-noite. Aquela altura em que se abrem as prendas, em que a emoção dispara e leva-nos à magia do espírito da época. No entanto, não me consigo "embeber" nessas emoções. Longe vão os tempos da casa cheia de familiares; uns porque partiram pela lei natural da vida, outros porque mesmo que partilhando este mundo, partiram por outros motivos.
Dá-me prazer ver o meu afilhado pular de alegria com o presente que lhe dou; dá-me prazer ir beber um copo com os meus amigos depois dos presentes; dá-me prazer partilhar momentos de amizade que nos marcam. Hoje, a minha alegria e o meu melhor presente é ter a minha mãe comigo. Aqui sentada a meu lado! Nestas alturas as palavras são banais perante aquilo que sentimos. Posso dizer nesta altura que depois da tempestade, vem a bonança. Sei que ventos mais fortes poderão novamente soprar quando menos esperar, mas cá estarei para suster com toda a força a vela que nos guia na vida.
Pode vir dinheiro, cuecas ou meias, livros ou cd's, mas nenhum presente me vai dar mais alegria do que a presença da minha mãe.
Mais uma vez a vocês que são especiais, um Feliz Natal 2007.

15 novembro 2007

De mim...só faltas tu!

Pois é, já não escrevia há algum tempo... Motivos? Mais que muitos ou então nenhum, porque de facto não tenho uma explicação plausível para tal facto. Falta de inspiração? Talvez. Nada mudou neste mês, algumas coisas se transformaram; em mim basicamente... por causa de ti. Pela primeira vez desde que "comecei" a escrever, sinto que não posso explanar tudo o que me vai na alma ou melhor, chamando "os bois pelos nomes", no meu coração. É uma sensação estranha, incoerente e prisioneira. Sempre fui fiel à minha escrita e sinto que estou a traí-la. Sempre tive poucas reservas em demonstrar os meus sentimentos a qualquer pessoa que assim entendesse ler os meus textos. Talvez não o devesse ter feito ou mesmo fazê-lo com tanta frequência. Mas a minha essência como ser humano faz-me agir assim e como não tenho nada a esconder nem nunca tive, sempre o fiz abertamente e sem qualquer tipo de preconceito. Mas agora é diferente... Agora não consigo! As palavras não saem, os dedos bloqueal as palavras certas e também não quero que todos saibam aquilo que estou a sentir. Quem me conhece entende as minhas palavras.... Quem lê o meu post anterior, vai entender muito melhor. Quem não me conhece, vai ficar na curiosidade.
O título deste post indica tudo claramente... Só faltas tu! Eu sei e quero que sejas tu, mas infelizmente também sei que isto não basta. Por isso, tenho medo... Medo de falar, medo de escrever, medo de sofrer... Raramente fui assim, por isso é que sinto que és tu o meu pôr-do-sol. Ou será por já ter tido desilusões e não querer mais? Eu sei que tu tens tudo para não me desiludir e sinto que poderemos ser muito felizes, mas... estou bloqueado!
Mas garanto-te: há uma coisa que não tenho medo; é de sentir... E sinto-me bem quando falo contigo, quando estou contigo, quanto me fazes notar a tua presença mesmo na tua ausência.
O que mudou de há um mês para cá? Para ti, acredito que nada porque também sinto que tu ainda não entendes os meus sentimentos. Para mim, transformou-se algo... Cresceu, solidificou, fortaleceu aquilo que venho a sentir. Porquê este medo? Porque não consigo escrever ou falar?
Que "raiva", que angústia ... Fazes-me falta!

16 outubro 2007

À distância de um olhar...

É verdade que uma imagem vale mais que mil palavras. Concordo.
E um olhar? Não valerá mais que mil frases? Também penso que sim...Há dias olhei para ti e senti algo diferente. Hoje senti a tua falta. Há dias estava feliz porque te tinha perto. Hoje estou menos porque não te vejo. Há dias senti o coração a crescer quando te olhava. Hoje sinto-o pequeno quanto só posso te imaginar.
Há dias mal pensava em ti. Hoje a tua imagem percorreu largas horas do meu dia. Não sei explicar porque sinto, o que é real é que como "fantasista e devorador" de sentimentos é de facto algo que devo reflectir. Ou melhor, até sei justificar. Nós seres humanos temos a mania constante de andar à procura de "explicaçoes" mais dificeís do que elas realmente são. Sinto porque gosto muito de ti. Gosto porque és um excelente ser humano, porque pensas como eu, porque gosto quando ris e fico triste quando queres chorar. Gosto porque estás sempre pronta a ser amiga. Principalmente neste momento sei que gosto porque tenho saudades tuas, porque queria que estivesses comigo. Recordando um post passado do meu blog e um comentário de uma amiga minha, digo sem reservas que o despertador está a tocar. É a tua mão que eu quero que lá esteja para o desligar. Não tires a mão! Não quero!
A tranquilidade com que tenho estes sentimentos é profundamente assustadora. Porque sempre vivi intensamente as paixões, porque sou apaixonado por natureza, impulsivo... Nem sempre me ajudaram estas facetas da minha personalidade. Bem pelo contrário. Talvez porque olho para ti e vejo um espelho de mim próprio (numa versão muito mais conseguida, claro) sinto esta paz, esta calma. Não sei como vai acabar esta jornada da minha vida. Sinceramente não sei. Tenho medo que não tenha um final feliz. Mas será pelo que já passei? Talvez sim, talvez seja pelo receio de correr mal. Sei sim, que estou a sentir e estou a gostar. Sei sim, que não quero deixar de sentir. Sei sim, que quero que olhes para mim e sintas o mesmo. Sei sim, que te posso fazer muito feliz, o mínimo que mereces. Sei sim que se quiseres poderás fazer-me mesmo. Basta quereres! O teu carinho natural, o companheirismo, a tua beleza interior farão o resto.
Mas pior que tudo, sei que não é assim tão fácil infelizmente...
No entanto, não me vou dar por vencido à partida. Nunca o fiz e merecemos ser felizes.
Acredito que está tudo ... à distância do teu olhar.

Miss you....Big sweet kiss!

01 outubro 2007

Rodrigo e Rute... Eu e tu!

Hoje, em Toronto, quando soava as 9:00 da manhã no relógio Rodrigo abriu os olhos e ... chorou, berrou, gritou com toda a força que tinha! Um vulgarmente designado mundo novo se iniciou nessa altura para aquela criatura. Ignorando ou esquecendo o que para trás ficou, desconhecendo ou imaginando o que a seguir iria acontecer...
Exactamente à mesma hora, em Tóquio, numa casa muito antiga com o filho à cabeceira chorando lentamente, Rute fechava os seus olhos para sempre. Tranquilamente partia para um mundo desconhecido ignorando o que irá acontecer, lembrando e recordando tudo o que para trás ficou...
Eu já fui o Rodrigo, continuo a ser e muito sinceramente não duvido que serei por muitos mais anos. Choro, berro, grito... Amo, rio, sofro. Salto sem parar gritando felicidade aos céus ou por contrapartida deito-me debaixo dos lençóis escondendo-me do mundo. Choro debaixo de 40 graus ou sorrio à chuva... Tento ignorar o que ficou para trás embora sabendo que é impossível esquecer certas fases da minha vida. Mas também já aprendi que a melhor poção é aceitá-los e tentar viver com eles. Não é fácil, pois não! Existem momentos em que esqueço a receita para que a "magia" funcione, para que me mantenha coerente e equilibrado. Esses momentos invarialvelmente estão ligados aos meus sentimentos, aos meus desejos ou sonhos, à minha ambição ou resignação.
Dia após dia vivo da melhor forma que sei... Com cada vez mais defeitos e menos virtudes. Porque acredito que durante a nossa vida e porque o ser humano por mais que não queira dá sempre mais valor ao negativismo do que a positividade das vivências, naturalmente tornamo-nos pessoas menos tolerantes, menos disponíveis, mais defensivas e egoístas... É sem dúvida nenhuma uma característica comum a qualquer um de nós. Sinceramente gostava de conhecer, até ao dia em que partir, um ser humano que ao longo da vida se tenha tornado melhor pessoa :) Não é um discurso negativo, mas sim um ponto de vista realista...
Irei continuar a imaginar e a desconhecer o que vem a seguir da mesma forma que tentarei ignorar o que para trás ficou, nunca esquecendo, porque ainda hoje em algumas alturas sinto dentro de mim ventanias fortes sobre o tempo passado...
Talvez um dia quando chegar a altura de ser a Rute, possa recordar e relembrar com alegria e possa chorar de mão dada com o meu filho enquanto tranquilamente fecharei os olhos... Para sempre!

19 setembro 2007

Cada lugar meu...

Sei de cor cada lugar meu... Sei de cor o que me faz feliz ou o que me magoa! O auto-conhecimento é a base mais importante no nosso dia-a-dia para que consigamos manter a coerência, o equílibrio e as emoções num ponto aceitável perante as variáveis que a vida nos mostra e que frequentemente teima em por-nos à prova. Tento entender o rumo que a vida me faz levar. Tento entender, questionar e sobretudo ponderar porque sigo este ou aquele caminho; porque sinto a dor ou a alegria; porque choro quando a vida me corre bem ou porque sorrio quando a tempestade está em cima da minha cabeça. A vida muda-nos? Sim, de facto isso acontece porque somos humanos e porque sentimentos e emoções ainda não são uma equação de resultado finito. Talvez um dia surja algum Einstein que descubra porque sentimos de uma certa maneira ou reagimos de outra. Não acredito, mas o benefício da dúvida existe para acreditarmos nele...
O tempo hoje não me dói... O tempo hoje é meu aliado, encaro-o como algo que deve ser aproveitado, explorado, afogado ou agarrado sempre e para sempre! Por vezes, oiço dizer: "Não tenhas pressa, temos tempo"; é verdade que o tempo sempre irá existir, mas eu tenho pressa porque quero usar este tempo para disfrutar do próximo com mais qualidade ainda.
Existem caminhos, lugares que só certas pessoas conseguirão chegar. Aqueles lugares que como a Mafalda diz só está ao alcance de quem não tem medo de naufragar. Pois bem, já me arrancaram tudo o que já fui; ja me "afoguei" algumas vezes, mas não tenho esse medo! Vou continuar a viver buscando esse mar onde as águas serão calmas, onde um raio de sol reflita a minha felicidade na água.
Não sei quanto tempo demorarei a chegar a esta imagem, a este lugar, a este estado de espiríto.

Mas espero que não demore muito, porque tenho mais tempo que preciso de explorar.....




13 setembro 2007

Grito de revolta...

Foi preciso abrirem-me os olhos? Foi preciso estar duas horas a "levar na cabeça"? Mas que se passa comigo que não consigo distinguir as coisas? Porque é que não consigo ser menos emocional e mais racional? Mas porque insisto em quem não merece ou quer merecer?
Estas são algumas perguntas que ainda estão a latejar no meu pensamento....
Não vou deixar que a história se repita... Ainda estou muito a tempo porque aquilo que já passei transmitiu-me essa experiência. Porque hoje é muito mais fácil e concreto entender o outrém; é muito mais óbvio perceber o que querem.
Cabe-me a mim aceitar as regras do jogo e jogar ou então largar as cartas em cima da mesa.
Há dois dias disse: "Eu vou lutar por ti!" (In)conscientemente estas palavras sairam da minha boca. Mas não consigo fazê-lo sozinho. O que vejo é ausência, afastamento que chega a roçar a invisibilidade de alguém que me quer fazer crer que está presente; frieza...
Não pedi nada, tentei entender muita coisa e muitas delas entendo...Mas exigo respeito e sobretudo que não me façam de parvo. Porque eu sou parvo, mas é quando quero!
Não brinquem com os meus sentimentos! Se quiserem, eu compro um boneco de borracha e aí podemos ir buscá-lo ou arrumá-lo quando bem queremos! Podemos pô-lo aqui ou ali, decorá-lo, tirar-lhe uma perna ou um braço e voltar a colocá-lo. Força! Ele não se queixa!
Uma relação é como um dueto: não funciona a uma só voz, a um só desejo, a um só rumo ou a uma só vontade.
Ainda no século XX surgiu um novo conceito que baptizaram da "amizade colorida": estupidificaram este nome nos quais os ingredientes são: 2 pessoas (há quem defenda que pode ser mais), sexo quando uma ou as duas apetecer, uns encontros de vez em quando, uma conversa banal de circunstância, e liberdade para tudo e mais alguma coisa. Anda-se assim uns tempos e depois bate-se com a cabeça na parede porque quando surgem os sentimentos mais fortes não se consegue lidar com eles. E chora-se, e grita-se, e achamos que temos azar no amor.... E o resultado final é um bolo que quando sai do forno se desfaz em pedacinhos.
Chamem-me retrógado ou o que quiserem, mas comigo isto não é possivel! Não funciono assim, o meu sangue não corre neste tipo de veias. Comigo é para partilhar, escutar, estar, rir e chorar, carinho, presença, vontade, dedicação.
É muito romantismo? Talvez seja... Mas é sincero, puro e genuíno. É como uma relação pode evoluír. Obviamente que tem que ser cuidada e tratada como uma frágil flor. É preciso regá-la todos os dias... Não me parece que com ausência, distanciamento a flor não murche.
Tenho pena que não encontre alguém que entenda e esteja disposta a lutar por isto... Tenha sobretudo muita pena que tu não estejas.
Mas como me disseram hoje e muito bem: Tens que olhar para ti! É isso que estou a fazer... a olhar bem cá dentro e a ver que há muita coisa que tenho para lutar e que vale a pena.
E sobretudo... vejo muito respeito por mim próprio só possível porque gosto de mim.

Perdoem-me este grito de revolta... Mas mereço esta "sorte".
Pelo menos quero!

28 agosto 2007

Encosta-te a mim...

Não vivi cem mil anos nem queria. A vida tem sentido vivendo hoje, agora, já! Ouvimos tantas vezes falar do passado e do futuro. Dos traumas, das desilusões, dos desenganos daquilo que passou; dos medos, dos receios ou das visões daquilo que há-de acontecer...
Não estou mesmo nada a exagerar quando quero gritar e dizer que gosto de ti. Se vires quem eu sou, se olhares no fundo dos meus olhos (afinal será sempre o espelho da alma) vais ver o teu nome lá escrito por debaixo de uma lágrima que só tu podes secar.
Não consigo adormecer porque tu preenches o meu pensamento. Desinquietas-me! Não quero ser o teu herói, apenas quero ser o teu príncipe e viver um conto de fadas contigo tranquilamente sem cobranças ou receios. Com confiança, paixão e em paz.
É tão real quando adormeço e sonho contigo... Tudo o que vejo partilho contigo e o que vivo é contigo que invento! É como se finalmente fosse possível amar e ser amado sem pedras no caminho, sem muros para saltar, sem feridas para abrir... Apenas a pureza e a doçura da felicidade. Mas como durmo pouco porque tu "não deixas", rapidamente a realidade volta.
Acredita que às vezes não sei entender o teu olhar! Procuro encontrar a tua alma através dele, mas pareces impenetrável, talvez por medo ou receio de sofrer ou até mesmo simplesmente só porque queres! Desisti de procurar uma explicação, como em tantas outras coisas. Apenas vivo com a esperança que um dia o sonho se torne realidade.
Não sou só o "gajo" ou o amigo "fixe" como felizmente muita gente pensa. Aliás, às vezes até preferia que me chamasses parvo ou estúpido mas que tivesses a meu lado. Vejo todos os dias casos desses e dou por mim a pensar o que realmente vale a pena... Num ápice chego à conclusão de que é algo que nem se questiona porque eu sou assim e a essência não se muda!Mas como qualquer pessoa, preciso de mais, quero mais.... Quero amar e ser amado de amor!

Quero-te bem... Encosta-te a mim!


27 agosto 2007

Que grandes férias!!!!!!!!!

Acabam hoje as minhas férias. E que férias!
Experimentei as mais diversas sensações nestes 17 dias. Quase todas boas, muito boas ou excelentes. Tirando um pequeno mau momento (e foi pequeno porque a amizade assim o permitiu) as minhas férias foram muito provavelmente (como no anúncio) as melhores que tive até hoje. Dancei, pulei, cantei, ri, chorei, corri, caí...de tudo um pouco. Sempre em alta rotação, sempre em bom ambiente, rodeado de amigos.
No sábado dia 25 foi o ponto mais alto. Tive comigo (tirando 2 pessoas por motivos profissionais) todas as pessoas que queria. Todas as pessoas que são importantes para mim. Especialmente algumas que elas sabem quem são. Acho que é uma das melhores sensações que se pode ter. A amizade não tem limites e faz fervilhar emoções que muito dificilmente serão igualadas por outro qualquer sentimento. Há momentos em que conseguimos definir aquilo que é importante e aquilo que queremos. Nesse dia consegui dar por mim a ver, com toda a gente a minha volta, aquilo que era importante.
Agora está na hora de voltar à realidade para a qual somos feitos. O trabalho!
Não estou nada amargurado por amanhã voltar "à base". Volto mais adulto, tanto na idade como nos sentimentos, nas vivências. Volto mais consciente daquilo que quero, e mais determinado em ser cada vez mais feliz. Volto também para perto de pessoas muito especiais.

Hoje, sou uma pessoa feliz! Amanhã... quero continuar a sê-lo.

23 agosto 2007

Parabéns a vocês!...

Sim, hoje é um dia especial, marcante. Faço 30 anos! Vou começar um novo ciclo, mas vou manter velhos hábitos. Aqueles que acho que me fazem bem e que ultrapassam a barreira de qualquer idade. Perdoem-me qualquer injustiça que possa cometer, mas dedico este dia e partilho-o de todo o meu coração com os meus avós que não podem estar presente nesta vida, mas que sei me acompanham em cada minuto, em cada segundo.
Foram eles o ínicio de tudo o que sou hoje. De bom ou mau, não interessa. O que importa é que muito do que sou devo a eles. O mínimo que posso fazer para além de continuar a amá-los é dedicar-lhes este dia. Não choro porque sei que olhando o céu eles sorriem para mim. Não choro porque eles me estão a guiar e a ajudar a ser uma melhor pessoa a cada dia que passa. Por isso, só tenho motivos para sorrir para eles! Obrigado por tudo....
Quero também agradecer aos meus pais. O melhor elogio que lhes posso fazer é que sempre que precisei cá estiveram, cá estão e cá estarão. Eles sabem que eu também.
A minha irmã? É simplesmente o meu tesouro! Só se fosse estúpido é que algum dia a iria "perder". Como em qualquer tesouro, é de valor incalculável.
Amigos? Como qualquer pessoa "com dois dedos de testa" não existem muitos. A minha sorte? ter a felicidade de os ter comigo ontem, hoje e amanhã. Querem melhor certeza que esta?
Por último, queria agradecer a 3 pessoas muito especiais que neste ano me têm ajudado, partilhado e vivido comigo momentos únicos. Não tenham dúvidas que irão morar dentro do meu coração para sempre, cada uma de vós com o seu papel.

Por isso, os parabéns hoje...são para todos vós!


20 agosto 2007

Eu aprendi isto...e vocês?

Aprendi que não importa o quanto eu me importe; algumas pessoas simplesmente não se importam!
Aprendi que não importa quão boa seja uma pessoa; quando ela tiver que me "ferir" vai fazê-lo de vez em quando. Mas eu preciso perdoá-la por isto.
Aprendi que se leva anos para se construir confiança e apenas segundos para destruí-la.
Aprendi que verdadeiras amizades continuam a crescer, mesmo a longas distâncias.
Aprendi que o que importa não é o que eu tenho na vida, mas quem eu tenho na vida.
Aprendi que os membros de minha família são os amigos que não me permitiram escolher.
Aprendi que não tenho que mudar de amigos; tenho sim que compreender que os amigos mudam.
Aprendi que as pessoas com quem eu mais me importava na vida foram embora muito depressa.
Aprendi que devo deixar sempre as pessoas que amo com palavras amorosas. Pode ser a última vez que as vejo.
Aprendi que não devo me comparar aos outros, mas com o melhor que posso fazer.
Aprendi que não importa onde eu vá chegar, mas para onde estou a ir.
Aprendi que vou levar muito tempo para me tornar a pessoa que quero ser.
Aprendi que eu posso ir mais longe depois de pensar que a caminhada parou.
Aprendi que existem pessoas que me amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar isso.
Aprendi que meu melhor amigo e eu podemos fazer muitas coisas ou não fazer nada, e mesmo assim termos bons momentos juntos.
Aprendi que a pessoa que eu espero que me pise quando eu estiver caído, é uma das poucas que me ajudarão a levantar.
Aprendi que há mais dos meus pais em mim do que eu supunha.
Aprendi que quando estou com raiva, tenho direito de estar. Mas isto não me dá o direito de ser cruel.
Aprendi que só porque alguém não me ama da forma que eu quero não significa que esse alguém não me ame com tudo que pode.
Aprendi que a maturidade tem mais a ver com os tipos de experiências que eu tive e o que aprendi com elas, do que com quantos aniversários já celebrei.
Aprendi que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, tenho que aprender a perdoar a mim mesmo.
Aprendi que não importa em quantos bocados meu coraçao foi partido. O mundo não pára para que eu o conserte.

Apenas aprendi...
As coisas que aprendi na vida!
E acreditem que ainda sei muito pouco...